domingo, 7 de outubro de 2007

imortalizando através da linguagem

a linguagem de cada religião ou filosofia deve ser traduzida pelo coração...se é certa ou errada somente a necessidade te dirá em cada circunstancia em cada avivamento do motivo do qual se fez tal linguagem.
como exemplo, as figuras de uma igreja católica quer nos conTar a tragetória de jesus.
na linguagem do gnose as mesmas figuras querem revelar a tragetória do verbo que no início fez o mundo e nós, e que se fez carne para nos resgatar quando se entregou ao calvário, que na verdade para nos mostrar o caminho de volta a deus, na simbologia...na filosofia de krishna, deus e suaS ações existentes em cada momento dentro de nós é revelada através de cada imagem mostrada em livros indianos ou da própria religião rare.
o verbo que se fez carne para anular o pecado de adão e eva, na linguagem do evangelho...em fim, cada religião se for prestada atenção devida relata parte de nossa vida e quaão grandes são as derivações até que se encontre a verdade absoluta dentro de nós...somente dentro é que se encontra a verdade, mas tudo de fora é necessário para encontrar esta verdade de dentro.
 

É NA PELE QUE SE ENTENDE!

Somente estando ou, se colocando, na pele que se entende.
 
é aí que se conhece 'o compreender'...
todo mundo que se diz entendido no assunto e que normalmente oferece uma oportunidade de saída para qualquer coisa negativa, como exemplo:
alcool e dependencia química, quem oferece esta ajuda, normalmente quase nunca passou por esta experiencia e se diz entendido em descrever o que o outro está passando e porquê...
quem sabe o que sentiu o suicida para cometer tal ação?
quem sabe o que sente, ou pensa, o dependente químico para se drogar?
quem sabe, realmente o que sente um alcoolatra para chegar ao ponto ou perto de um côma alcóolico?
os entendidos dizem que é fuga de si mesmo...serám que é isso mesmo?
na verdade não é fuga de si mesmo e sim de situações que não se tem solução aparente...frustrações mal compreendidas, desistencias da vida. mas, não de si mesmo...na verdade, todos são como o poeta que sutilmente e silenciosamente se retira de uma vida idealizada mas não cumprida no mundo pronto que se está...na verdade da verdade, agem como golfinhos! quando fora de seu ambiente natural...a sensação de sufocamento e prisão intensas fazem ele prender a respiração e se auto-asficciar-se!
é uma tendencia e não sua natureza...uma valvula de escape precipitada, e se o indivíduo cultiva a impulsividade, acarretará na efetização do golpe mortal.
o que necessariamente estamos dizendo é que todos nós temos tais tendencias mas devemos olhar mais adiante e não sermos tão imediatistas...a saída para tudo, todos os problemas é a esperança...sem ela o dispositivo de fuga é acionado e então nasce, não um vício e sim, uma compulsão, se não for tratado a tempo, ou seja se não voltar a esperança do melhor seja lá qual for...no invisível no surgir de uma nova vida confiante!
o vício não é a compulsão, pois a compulsão é o interminante ato de fugir usando algo como artifício de abertura. quando há o acionamento da esperança este mal desaparece pois é subistituido por algo novo desconhecido exitante, que una e ative todos os sentidos na busca de si mesmo...mas, nunca é fuga de si mesmo! e sim, querer encontrar-se de um modo desconhecido e impulsionado erroneamente e ao mesmo tempo inocentemente pelo fato de não ter tido orientação do grande manual mágico!
jesus nos convida a calçar os chinelos, sapatos e saltos altos alheios antes de um falso julgue! antes de machucarmos ainda mais tais sensíveis criaturas divinas e não covardes ou fracas e sim fortes o bastante e dispostas a arriscar numa aventura suas vidas para encontrar outra.
apenas distorção em forma de todos estes males que foram originários de um vício de pensamento, reprises incensantes concretizando a falencia de energia para cumprir com a conquista. e o ser humano é feito para conquistar...ele é um conquistador nato...a autorealização é a conquista diária de algo imaculado e sagrado que se deve descobrir dentro de si mesmo!
não são covardes e sim corajosos mal direcionados pelo impulso acionado pela conclusão do seu meio em que vivem...se não tiverem a doze diária de esperança...buscam em outras coisas ou lugares ou pessoas daí surge a compulsão pois não se vive no habitat errado e esta noção só vem com o conhecimento de si mesmo.
 
por isso advertimos que noticiários de tragédias, acidentes...em fim todas as más notícias devem ser eliminadas para que o indivíduo que apresentar tais sintomas de exaustão psíquica e emocional possa se recuperar segurado na esperança de algo, não provisório e sim eterno...tipo: poderes psíquicos, sabedoria espiritual não para usufruir para punir ou devolver supostos culpados por estar se sentindo desta forma e sim para calibrar ainda mais seu meio de vida esperançosa nas coisas divinas.
a sincronização é imediata e funciona como gota dágua para o impulsionamento do dispositivo de fuga. por isso, a sincronia de notícias ruins ou descrições de tristezas alheias ou problemas demonstrados de forma insolúvel devem ser eliminados do dia a dia do indivíduo que quiser se curar dste mal momentãneo.
somos como antenas parabólicas e tudo emite frequencia, por isso uma má sincronia causa fracasso e curvatura da vertebra espinhal, mas uma boa sincronia ajuda a se elevar, se firmar, insentivar e estimular o andar...
 
fiquem ligados na luz!
Rosyta
 
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sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Fronteiras da Ciencia

 
----- Original Message -----
Sent: Friday, October 05, 2007 10:27 AM
Subject: Fronteiras da Ciencia

O QUE VOCÊ FARIA?


Num processo seletivo a vaga seria dada a quem melhor respondesse por escrito a seguinte
questão:

"Você está dirigindo seu carro numa perigosa noite de tempestade. Passa por
um ponto de ônibus e vê três pessoas esperando por ele:
- Uma velha senhora que parece estar à beira da morte;
- Um médico que salvou sua vida no passado; e
- A pessoa que você ama e habita seus sonhos.
Você só pode levar uma pessoa no carro. Diga quem você escolheria e
justifique sua resposta".

Pare e pense antes de continuar lendo.
Este teste é bem interessante.
É um tipo de teste de personalidade.
Cada resposta tem um significado.


Opção 1
Você poderia pegar a velha senhora que estava para morrer e ficaria com a
consciência tranqüila.
Opção 2
Você pegaria o médico, porque ele salvou sua vida no passado, e esta seria a
chance perfeita para retribuir esse favor. No entanto, você ainda poderia
saldar esta dívida em uma outra ocasião.
Opção 3
Mas talvez não pudesse encontrar mais o amor da sua vida se deixasse passar
essa chance.

O candidato que respondeu melhor e foi contratado em meio a 200 concorrentes
não precisou nem explicar a sua resposta.
O que ele disse?

"Daria a chave do carro para o médico como agradecimento por ter salvo minha
vida, deixaria ele levar a velha senhora para o hospital e ficaria esperando
pelo ônibus com a pessoa dos meus sonhos".

Conclusão: Às vezes, ganharíamos muito mais se estivéssemos dispostos a
abrir mão de nossas teimosas limitações!

" A vida é simples, as pessoas é que dificultam "




quinta-feira, 4 de outubro de 2007

monja coen

Budismo
Meditação em movimento

Em São Paulo, monja consegue reunir mais de 100 pessoas em caminhadas que buscam autocontrole e harmonia
Cristiana Felippe
Da equipe do Correio


Fotos: Marcos Fernandes
o passeio dominical começou com menos de dez pessoas e hoje já consegue reunir mais de 100 seguidores
Depois da caminhada, os participantes reverenciam o céu e a terra

São Paulo — Frequentadores dos parques de São Paulo costumam se surpreender, nas manhãs de domingo, quando encontram uma senhora careca liderando uma fila indiana de cerca de 40 pessoas, todas em silêncio, caminhando durante uma hora. Embora o grupo não pronuncie uma única palavra durante o passeio, atrai olhares curiosos. A primeira impressão é a de que seja um grupo de loucos ou fanáticos religiosos.
  Nada disso. Trata-se da Caminhada Zen da monja Coen Murayama. Jornalista nos anos 60, a brasileira abandonou tudo e buscou o caminho do budismo, nos Estados Unidos. Depois, passou oito anos no mosteiro de Nagoia, no Japão. No Brasil, já foi presidente do Conselho da Comunidade Budista Soto Zenshu da América do Sul e líder espiritual do templo Busshinji de São Paulo. Hoje dá aulas sobre o budismo no centro de estudos filosóficos Pala Athenas e está batalhando para fundar o seu próprio templo.
  Aos 54 anos, a monja tem inovado a técnica de meditação no Brasil, incentivando essa prática por meio de caminhadas pelos parques de São Paulo. ''Para meditar não é preciso ficar sentado horas dentro de um templo de olhos fechados'', diz. Com seu olhar doce e forte, ela acaba cativando as pessoas e está ganhando cada vez mais seguidores.
  
CAMINHADA ZEN
O grupo das caminhadas começou em maio deste ano com apenas oito pessoas, já adeptas ao zen budismo. Atualmente, consegue em alguns encontros reunir mais de 100 pessoas, vindas de diversas religiões. Eles se encontram todos os domingos às dez horas da manhã em um parque da capital. A caminhada começa com dez minutos de meditação.
  Depois, sempre seguindo os passos da monja, os participantes algumas vezes páram e formam uma roda para reverenciar o céu e a terra. ''A gente já está programando até levar capas e guarda-chuvas, para não perder nenhum domingo, devido ao mau tempo'', conta Noemi Catalano, uma das frequentadoras assíduas e seguidora do budismo. ''Meditar caminhando me faz muito bem'', ressalta.
  A monja acredita que esta é uma boa maneira de levar o budismo e a prática da meditação a quem nunca entrou num templo, onde o acesso é limitado. ''Esta foi a forma que encontrei de ajudar as pessoas a lutar contra o estresse e a violência'', afirma Coen. ''Além disso, é uma maneira de elas aprenderem a respeitar o desconhecido'', diz a monja, referindo-se aos olhares de espanto das pessoas.
  Meditar caminhando pode ser uma novidade para os brasileiros, mas há pelo menos 20 anos é uma experiência muito utilizada na França. Lá, o monge vietnamita Thich Nath Hann consegue reunir centenas de pessoas na chamada meditação em movimento. Ele serviu de inspiração para Coen adotar esta prática também no Brasil. ''A idéia é que, a cada passo, a gente sinta a própria respiração, o ar a nossa volta, os sons e os odores'', reflete a monja. Em alguns encontros eles também costumam abraçar as árvores. ''A natureza nos dá tanta energia e não pede nada em troca, deveríamos fazer o mesmo com o nosso semelhante'', frisa.
Por gratidão a Buda, a monja repetiu o seu gesto de raspar a cabeça para dizer que não pertencia a casta nenhuma. Sua paixão pelo budismo começou quando ainda era a repórter Cláudia Batista, do Jornal da Tarde, em São Paulo. Eram os anos 70, uma década de protesto e, no auge do movimento hippie, muita gente meditava.
  Nessa época, as imagens de monges budistas meditando enquanto seus corpos queimavam (durante a guerra do Vietnã) chamaram a atenção da jornalista. Ela queria compreender como eles tinham tanto autocontrole. A leitura do livro Autobiografia de um Yogue, do autor Paramanhansa Yoganda, foi outro grande estímulo para que ela iniciasse sua formação monástica no Zen Center of Los Angeles, na Califórnia.

Mosteiro feminino
Depois de três anos de prática constante nesse local, recebeu a ordenação do falecido Reverendo Koun Taizan Daiosho. Em 1983, Coe entrou para o mosteiro feminino de Nagoya, no Japão, com sistema de internato nos primeiros cinco anos e semi-internato nos últimos três anos de mestrado. Lá acordava às quatro horas da manhã para rezar e meditar durante horas. Também lia muito sobre o budismo.
  Outro importante trabalho da monja Coen é sua participação em encontros inter-religiosos, onde debate com líderes espirituais de várias religiões orientais e ocidentais. O objetivo desses encontros é promover a paz no mundo. ''Os seres humanos são diferentes e por isso é importante que existam várias religiões'', acredita a monja. ''Precisamos aprender a respeitá-las, se fizéssemos isso evitaríamos muitas guerras'', completa.
  A monja talvez consiga entender as diferenças entre as religiões e aceitá-las, porque já enfrentou o preconceito religioso. Ela veio de família católica, que demorou para aceitar sua decisão de se dedicar ao budismo.
 Conversar com a monja Coen não é apenas aprender sobre a cultura oriental, mas ter uma verdadeira lição. Ela dá a impressão de ter vivido muitas vidas em uma só. Coen casou-se três vezes. A primeira, com um rapaz sete anos mais velho, quando tinha apenas 14 anos e era uma adolescente espevitada e precoce. Seu segundo casamento foi com um norte-americano, no período em que viveu nos Estados Unidos. Por último apaixonou-se por um jovem japonês, o monge Shozan, com quem morou no Japão e depois viveu alguns anos aqui no Brasil. Do primeiro casamento nasceu sua única filha, Fábia, hoje com 37 anos. Devido à opção religiosa de Coen, a garota teve pouco contato com a mãe e foi criada pela avó.


SERVIÇO

Caminhada Zen da monja Coen
Todos os domingos às 10h da manhã nos parques de São Paulo e-mail: caminhadazen@hotmail.com  

A linguagem por de traz das canonizações!

saiba ler a linguagem descrita nas imagens e histórias de cada santo  que se ergue e é canonizado pela igreja católica...não é a toa que se canoniza alguém por ter feitos milagrosos. existe uma força que quer que nos lembremos o caminho de volta a nós próprios...a importancia da canonização de alguém na igreja católica é semelhante para  a terra como uma tatuagem para alguém que a faz. pois é lembrete permanente e fixo a prova do tempo...de geração pós encarnação de onde nós paramos...que possamos continuar de onde lembramos...e se não lembramos, podemos ler a linguagem nas imagens e na trajetória dos santos...amém!

para quem quizer bater um papo no messenger:

diga que faz parte do grupo e inclua o e-mail no seu messenger para ver e ouvir a rosyta...e quem sabe a té combinarmos a fazer um encontro vivo canalizado e sensitivo em todos os sentidos divinos...permite o seu divino sair de você e tomar conta de ti...crescer...alimente-o nestas oportunidades que a vida nos proporciona...

fiquem_ligados_na_luz@hotmail.com

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JORNAL DA ROSYTA VIGÉSIMA PRIMEIRA EDIÇÃO

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