terça-feira, 12 de outubro de 2010

Advogado do Bruno]

 

 






 
N�o deixe de ler....
 
ADVOGAR EXIGE RACIOC�NIO R�PIDO,
INTELIG�NCIA E CLIENTE ESPERTO


Em Minas, Bruno estava sendo julgado por assassinato...

Havia evid�ncias indiscut�veis sobre a culpa do r�u, mas o cad�ver n�o aparecera.

Quase ao final da sua sustenta��o oral, o advogado, temeroso de que seu cliente fosse condenado, recorreu a um truque:

- "Senhoras e senhores do j�ri, senhor Juiz, eu tenho uma surpresa para todos!"
- disse o advogado olhando para o seu rel�gio...

- "Dentro de dois minutos, a pessoa que aqui se presume assassinada, entrar� na sala deste Tribunal."

E olhou para a porta.

Os jurados, surpresos, tamb�m ansiosos, ficaram olhando para a porta.

Decorreram-se dois longos minutos e nada aconteceu.

O advogado, ent�o, completou:

- "Realmente, eu falei e todos voc�s olharam para a porta com a expectativa de ver a suposta v�tima. Portanto, ficou claro que todos t�m d�vida neste caso, se algu�m realmente foi morto. Por isso insisto para que voc�s considerem o meu cliente inocente". (In dubio pro reo) na d�vida a favor do r�u.

Os jurados, visivelmente surpresos, retiraram-se para a decis�o final.

Alguns minutos depois, o j�ri voltou e pronunciou o veredicto:

- "Culpado!"

- "Mas como?" perguntou o advogado... "Eu vi todos voc�s olharem fixamente para a porta, � de se concluir que estavam em d�vida! Como condenar na d�vida?"

E o juiz esclareceu:

- "Sim, todos n�s olhamos para a porta, menos o Bruno..."



"N�O ADIANTA SER UM BOM ADVOGADO

SE O CLIENTE FOR EST�PIDO ".
 
 




  




  
 
 
 

 

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 SENSACIONAL!



-----Mensagem original-----
De: Cristiane Almeida
Enviada: Dom, 10 Out 2010 17:46
Assunto: FW: [Fwd: Advogado do Bruno]


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> >
> >Não deixe de ler....
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> >
> >ADVOGAR EXIGE RACIOCÍNIO RÁPIDO,
> >INTELIGÊNCIA E CLIENTE ESPERTO
> >
> >Em Minas, Bruno estava sendo julgado por assassinato...
> >
> >Havia evidências indiscutíveis sobre a culpa do réu, mas o cadáver não
> >aparecera.
> >
> >Quase ao final da sua sustentação oral, o advogado, temeroso de que seu
> cliente
> >fosse condenado, recorreu a um truque:
> >
> >- "Senhoras e senhores do júri, senhor Juiz, eu tenho uma surpresa para
> todos!"
> >- disse o advogado olhando para o seu relógio...
> >
> >- "Dentro de dois minutos, a pessoa que aqui se presume assassinada,
> entrará na
> >sala deste Tribunal."
> >
> >E olhou para a porta.
> >
> >Os jurados, surpresos, também ansiosos, ficaram olhando para a porta.
> >
> >Decorreram-se dois longos minutos e nada aconteceu.
> >
> >O advogado, então, completou:
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> >- "Realmente, eu falei e todos vocês olharam para a porta com a
> expectativa de
> >ver a suposta vítima. Portanto, ficou claro que todos têm dúvida neste
> caso, se
> >alguém realmente foi morto. Por isso insisto para que vocês considerem o meu
> >cliente inocente". (In dubio pro reo) na dúvida a favor do réu.
> >
> >Os jurados, visivelmente surpresos, retiraram-se para a decisão final.
> >
> >Alguns minutos depois, o júri voltou e pronunciou o veredicto:
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> >- "Culpado!"
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> >- "Mas como?" perguntou o advogado... "Eu vi todos vocês olharem
> fixamente para
> >a porta, é de se concluir que estavam em dúvida! Como condenar na dúvida?"
> >
> >E o juiz esclareceu:
> >
> >- "Sim, todos nós olhamos para a porta, menos o Bruno..."
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> >"NÃO ADIANTA SER UM BOM ADVOGADO
> >SE O CLIENTE FOR ESTÚPIDO ". 
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